Jogo: DOMINÓZÃO

Blog de professorbeto :Blog do Prof. Beto - Educação Física            /           São Sebastião, Litoral Norte-SP, Jogo: DOMINÓZÃO

Jogo: Dominózão

Material utilizado: 28 caixas de leite longa vida, pistola de cola quente, tinta branca, lixa, pincel e 06 cores de tinta diferentes.

Como fazer: cole as abas soltas das caixas, lixe uma das superfícies e pinte de branco todas as caixas. Siga depois a sequência da pintura das peças (imagem acima), pintando cada sequência de números com cores diferentes. Se possível, aplique uma camada de verniz spray incolor sobre as peças, aumentando sua durabilidade.

Como jogar: Regra básica

Numero de jogadores 2 , 3 ou 4 pessoas
Distribui-se 7 pedras para cada jogador, sendo 2 ou 3 pessoas as pedras restante fica para serem compradas.
Inicia o jogo quem possuir 6/6, tendo 2 ou 3 pessoas e eles nao tiverem o 6/6 o maior carroçao 5/5 4/4 assim por diante.
Iniciando o jogo com 6/6 o jogador da sua direita devera colocar uma peça que tenha 6, caso ele nao tenha ele deverar comprar peca ate acha-la, acabando as pecas e ele nao tem passa a vez para o proximo jogador a sua direita. 
Exemplo jogador 1 jogou 6/6 o 2 jogou 6/5 o terceiro deverar jogar uma pedra que tenha 6 ou 5, assim vai indo ate acabar as pecas da mao, quem acabar pirmeiro é o ganhador.
Podera acontecer em uma partida que nas duas pontas o numero solicitados os jogadores nao tem, nesta situacao o jogo esta encerrado, sera ganhador quem tiver menos peca na mao.
Devolve-se as pedras elas sao embaralhadas e distribuidas,
inicia quem estava sentado a direita de quem iniciou a primeia rodada. Existe varias maneiras de acabar uma partida que deverar ser combinado ates de iniciar o jogo, uma delas e quem alcancar dez vitorias e o ganhador.
Para tornar o jogo mais dificil, e quando estiver jogando 2 ou 3 pessoas, depois que distriibuir as 7 pedras para cada jogador separa duas pedras, que nao farao parte do jogo. 
Por fim quando estiver bem familializado com o jogo, podera jogá-lo contando pontos. O que significa que, as pedras que ficam na mão permitem que os pontos sejam contados, por exemplo:  0/6 igual a seis pontos 6/6 igual a 12 pontos 0/0 eu jogo valendo 12 pontos. estes pontos sao anotados e vão se acumulando quem chegar a 200 pontos primeiro perde a paritda.

Existem várias maneiras de jogar, e vale também recriar regras usando a criatividade.

Bom jogo!

domingo 27 maio 2012 07:21 , em JOGOS E EQUIPAMENTOS COM MATERIAIS ALTERNATIVOS


Tem coisas que o dinheiro não compra...

Blog de professorbeto :Blog do Prof. Beto - Educação Física            /           São Sebastião, Litoral Norte-SP, Tem coisas que o dinheiro não compra...

Fico imensamente feliz em saber que minhas pesquisas são referência Brasil afora. Muitas citações em artigos, monografias e até dissertações. Pessoas se utilizando de minhas idéias para auxiliar e melhorar sua prática diária.

Pena que para minha realidade, minha região, pouco se aproveita de minhas "idéias malucas"...

Me resta continuar lendo, pesquisando, publicando, recriando e reinventando a profissão.

Valeu, queridos colegas, Professores, Mestres e Doutores!

sábado 26 maio 2012 20:12 , em Minhas Publicações


Mestre Shinzato: pioneiro do karatê no Brasil

Blog de professorbeto :Blog do Prof. Beto - Educação Física            /           São Sebastião, Litoral Norte-SP, Mestre Shinzato: pioneiro do karatê no Brasil

Grão Mestre Yoshihide Shinzato

Nasceu em 15/março/1927 em Okinawa, Japão; foi discípulo do Mestre Ambun Tokuda e com a morte deste durante a 2ª Guerra Mundial, tornou-se aluno do Mestre Choshin Chibana e depois do falecimento deste, continuou treinando com o Mestre Miyahira. Treinou Kobu-Do com o Mestre Shikan Akamine, Masahiro Nakamoto e Katsuyoshi Kanei, recebendo a categoria de Hanshi pelo Mestre Katsuyoshi Kanei em novembro de 1993; ainda treinou Judô com o Prof. Itokazu durante o colegial. Treinou ainda no Brasil, Goju-Ryu KARATE-DO com o Mestre Shikan Akamine. O Mestre Yoshihide Shinzato imigrou para o Brasil em 15 de janeiro de 1954 e ministrou aulas de Karate-Do em sua casa, para jovens da colônia japonesa. Em 25 de janeiro de 1954 fez demonstração de Karate-Do no Parque Ibirapuera, juntamente com os grupos de folclore de Okinawa e com seu irmão Yuzo, em comemoração aos 400 anos de aniversário da cidade de São Paulo. Em 03 de junho de 1962, fundou a Academia Santista de Karate-Do na Rua Brás Cubas em Santos-SP e em 1970 mudou o nome para Associação Okinawa Shorin-Ryu Karate-Do do Brasil. Em 1976 criou a União Shorin-Ryu Karate-Do do Brasil e em 1992 fundou a International Union Shorin-Ryu KARATE-DO Federation.

Homenagens

• Cidadão Santista - Câmara Municipal de Santos (23/06/72)
• Medalha Primavera - Sociedade Geográfica Brasileira - SP (1978)
• Gran Cruz Ordem ao Mérito Municipalista - Sociedade dos Estados Municipalistas - São Paulo (1994)
• Defensor de Bens Culturais - Secretaria de Recuperação dos Bens Culturais - Câmara Municipal de São Paulo (31/03/2001)
• Medalha de Honra ao Mérito Brás Cubas - Câmara Municipal de Santos (16/06/2001)
• 10° Dan Okinawa Shorin-Ryu Karate-Do
• 9° Dan Kobu-do Shin Shu-Kan
• 9° Dan Confederação Brasileira de Karate-Do
• 9° Dan Federação Paulista de Karate-Do
• 8° Dan World Karate Federation (WKF)
• Medalha da Sociedade Geográfica Brasileira
• Comendador de Outono do Governo do Japão

Cargos

• Karate-Do 10º Dan Hanshi
• KoBu-Do Hanshi
• Presidente da Associação Okinawa Shorin-Ryu Karate-Do Brasil
• Presidente da União Shorin-Ryu Karate-Do Brasil
• Presidente da IUSKF
• Presidente da International Kobu-Do Shin Shu Kan
• Membro da Banca Examinadora da Federação Paulista de Karate-Do (Kodansha).
• Membro da Banca Examinadora da Confederação Brasileira de Karate-Do (Kodansha). 

Seu método de aula baseia-se na filosofia do Budô, desenvolvimento esportivo e do convívio social, tendo como objetivo, criar um homem útil tanto à Sociedade como para a família. Um karatedoka com o corpo forte e a mente equilibrada.
Mestre Shinzato faleceu no dia 13 de janeiro de 2008.

sábado 26 maio 2012 19:49 , em HERÓIS DO ESPORTE


Maria Esther Bueno: o maior nome do tênis feminino brasileiro.

Blog de professorbeto :Blog do Prof. Beto - Educação Física            /           São Sebastião, Litoral Norte-SP, Maria Esther Bueno: o maior nome do tênis feminino brasileiro.

Maria Esther Bueno foi sem dúvida o maior nome do tênis brasileiro e um dos maiores do mundo.

Para a paulistana não havia piso ruim. Apesar de ter se formado em saibro, conquistou os quatro torneios do "Grand Slam". Já na primeira vez em que disputou um campeonato na grama, em Wimbledon, 1958, foi campeã de duplas ao lado da norte-americana Althea Gibson. Conhecida intimamente como Estherzinha, a tenista até hoje é homenageada nos Abertos de Wimbledon, na Inglaterra.

Nos onze anos de maior sucesso, entre 1957 e 1967, a brasileira conquistou 65 títulos internacioais de simples, 90 campeonatos de duplas, 15 de duplas mistas (masculino e feminino) e foi vice-campeã em outras 45 oportunidades. Venceu 170 títulos fora do país e disputou troféus 257 vezes. Esther Bueno foi a primeira mulher a se tornar campeã de duplas nos quatro torneios mais importantes do mundo numa mesma temporada. Em 1960, conquistou os títulos de duplas nos abertos da Austrália, de Wimbledon, Roland Garros e dos Estados Unidos, feito repetido mais tarde por Martina Navratilova.

Em mais de 20 anos de carreira, Esther Bueno conviveu com muitos problemas físicos. Em 1961, a tenista teve hepatite, mas ainda assim venceu o Aberto da Itália e foi vice-campeã de duplas em Roland Garros. O ano de 1965 foi marcado por contusões, que, no entanto, não a impediram de ser tricampeã na Itália, vice em Wimbledon e na Austrália, além de tetracampeã de duplas no torneio inglês.

Em 1967, Esther Bueno teve problemas no braço e não conquistou nenhum título de simples do grande circuito. Em Wimbledon, venceu os torneios de duplas e duplas mistas. O ano seguinte foi o da última conquista de um torneio de "Grand Slam". A tenista foi campeã de duplas no Aberto dos Estados Unidos. Em 1969, as paradas começaram a se tornar mais longas e a brasileira conquistou apenas um vice-campeonato em Caracas.

Disputou Wimbledon em 1974, nove anos depois de sua última final no torneio, chegando às quartas-de-final com 36 anos. Em 1976, após ficar afastada por cerca de cinco anos, Esther Bueno, voltou às quadras para disputar alguns torneios, sagrando-se campeã em Tóquio. Um ano depois, chegou a sua última final, em Dublin, e anunciou a aposentadoria definitiva em Wimbledon.

Ficha técnica: 
Nascimento: 11/10/1939, em São Paulo (SP) 
1956: campeã do Orange Bowl (torneio juvenil) 
1957: bicampeã do Orange Bowl, campeã do torneio de Fort Lauderdale (primeiro título de aldultos) 
1958: campeã de duplas em Wimbledon ao lado de Althea Gibson (EUA) 
1959: campeã nos torneios femininos de Wimbledon e do Aberto dos Estados Unidos, vice-campeã de duplas femininas no Aberto dos EUA ao lado de Sally Moore

1960: bicampeã em Wimbledon, vice-campeã do Aberto dos EUA, primeira mulher a ser campeã de duplas nos quatro torneios do "Grand Slam": Aberto da Austrália (Christine Truman), Estados Unidos (Darlene Hard), Roland Garros (Hard) e Wimbledon (Truman) no mesmo ano. 
1961: vice-campeão de duplas com Hard. 
1962: campeã de duplas do Aberto dos Estados Unidos com Hard, campeã de duplas mistas em Roland Garros, Wimbledon e EUA. 
1963: bicampeã do Aberto dos EUA. Tricampeã de duplas em Wimbledon e vice-campeã nos Estados Unidos com Hard. Conquista 17 troféus no ano. 
1964: tricampeã em Wimbledon e no aberto dos EUA, vice-campeã de simples e duplas mistas em Roland Garros. 
1965: vice-campeã em Wimbledon e na Austrália e tetracampeã de duplas em Wimbledon 
1966: tetracampeã do Aberto dos Estados Unidos, vice-campeã em Wimbledon e campeã de duplas nos dois torneios. 
1967: vice-campeã dos torneios de duplas e duplas mistas em Wimbledon 
1968: vence seu último torneio de "Grand Slam", conquistando o título de duplas do aberto dos EUA ao lado de Margaret Court

1977: após várias interrupções e retornos faz sua última final em Dublin e anuncia sua aposentadoria definitiva do tênis em Wimbledon.

sábado 26 maio 2012 19:39 , em HERÓIS DO ESPORTE


Bjorn Borg: ícone do tênis mundial.

Blog de professorbeto :Blog do Prof. Beto - Educação Física            /           São Sebastião, Litoral Norte-SP, Bjorn Borg: ícone do tênis mundial.

Bjorn Borg: ícone do tênis mundial.

"Ice Borg" começou uma invasão de jogadores escandinavos na ATP (Associação dos Tenistas Profissionais). Conhecido e reconhecido pelo golpe que o identificou durante seus onze anos de carreira, o revés com as duas mãos, assim como sua habilidade e fortaleza de pernas que permitiram que ele obtivesse em cinco anos consecutivos (de 1976 a 1980) o título do Aberto de Wimbledon, o sueco Bjorn Borg ainda é considerado hoje em dia um dos maiores tenistas de todos os tempos.

O ganhador do Roland Garros, em seis ocasiões, iniciou-se no mundo do tênis aos nove anos de idade quando seu pai lhe deu sua primeira raquete. Mesmo sendo um aficionado por hóquei sobre gelo, Borg teve que deixar esse esporte para treinar três horas por dia depois da escola. Começou a treinar jogando com um estilo de pingue pongue para desenvolver uma maior flexibilidade nos pulsos, o que lhe que permitia executar jogadas do tênis de quadra com mais facilidade.

Nascido na cidade sueca de Sodertaljie em 6 de junho de 1956, Borg ganhou seu primeiro torneio quando tinha apenas 11 anos. Graças a seu grande nível no tênis e com apenas 15 anos, o jogador que se distinguiu também em toda sua carreira pelo cabelo loiro, foi chamado a integrar a equipe da Copa Davis de seu pais, transformando-se assim no tenista mais jovem a integrar uma equipe que buscava a bandeja de prata.

Aos 18 anos, em 1974, Borg ganhou o primeiro de seus 11 títulos Grand Slam de sua carreira ao conseguir a vitória no Aberto de França. Ganhou esse torneio outras cinco vezes em 75, 78, 79, 80 e 81. Em seus primeiros dez anos como tenista, o sueco acumulou o recorde de mais vitórias consecutivas da historia do tênis.

Em 1975 foi a peça chave de sua equipe na Copa Davis sobre seu similar da Checoslováquia já que ganhou seus pontos individuais e por dupla. Nessa série, teve o seu primeiro encontro com quem, mais tarde, seria seu treinador, Lennart Bergelin.

Borg era um jogador de base. Se destacou por ter um bom saque e devolução. Uma das grandes desilusões do sueco foi não ter ganho o Aberto dos EUA, onde chegou à final em quatro ocasiões, perdendo para o norte-americano Jimmy Connors em 1976 e 1977 e com seu grande adversário, o também norte-americano, John McEnroe em 80 e 81. Também não ganhou o Aberto da Austrália.

Borg foi um sucesso nos anos 70 e no inicio dos 80, e também um exemplo para seus compatriotas Steffan Edberg e Mats Wilander que seguiram seus passos e figuraram entre os principais tenistas do mundo.

Campeão Mundial de 1978 a 1980, Borg é lembrado não só pelo seu grande físico que o permitiu conquistar 62 títulos, como também por sua atitude fria durante os encontros, que se acentuava sob pressão, que valeu ser apelidado pelos jogadores do circuito como o iceberg do tênis ou Ice Borg.

Tinha 27 anos quando se retirou oficialmente em 1983 para dedicar-se ao mundo empresarial, num grupo de Desenho que levava seu nome, mas que faliu seis anos depois. Seguiu jogando algumas partidas de exibição ate pouco tempo.

Ele falhou na sua tentativa de voltar as quadras sete anos mais tarde, quando já se jogava com raquetes de grafite, que são mais rápidas e produzem um efeito mais poderoso a cada lance.

"Vamos ver até onde eu chego. Me sentiria feliz de voltar a jogar no nível máximo sempre e quando consiga chegar até aí.", disse então a um jornal sueco Aftonbladet. O jornal especulou que Borg voltou a jogar para resolver seus problemas financeiros, que já devia 5,2 milhões de dólares e que tinha um mês para pagar as dívidas do contrário seria obrigado a vender sua vila nos arredores de Estocolmo.

Em 1990 se viu se envolvido em processos legais contra a imprensa, ex-sócios e ex-namoradas. Tentou se suicidar em fevereiro de 1989, quando tomou 60 calmantes em Milão. Todavia negou o fato dizendo que fez uma lavagem estomacal porque ingeriu alimentos estragados e que só havia tomado um pouco de álcool e três comprimidos para dormir.

Em abril de 1991, Borg decidiu, pela segunda vez, abandonar seu país natal, na expectativa de um retorno aos torneios de tênis Profissional. Depois de uma primeira expatriação, quando tinha 18 anos, para Mônaco, com o propósito de escapar da ferocidade do fisco em seu país, Borg passou a morar em Ingaroe uma pequena ilha pela mesma razão. 

sábado 26 maio 2012 19:31 , em HERÓIS DO ESPORTE


|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para professorbeto

Precisa estar conectado para adicionar professorbeto para os seus amigos

 
Criar um blog